Desde os primórdios do nascimento,
Somos forçados a largar o cordão umbilical,
Forjados a viver, a sentir, a planejar, a experimentar por si mesmo.
A essência do amor e da paixão é única, sempre será o seio,
Esse que alimenta e sacia os desejos, a fome – que vicia.
Em uma busca frenética por amores,
Escolhem-se parceiros(as) com características e essências maternais,
E, às vezes, paternais.
Ô vida, que alimenta desejos primitivos, inconscientes.
Dores, que antecede ao sentimento presente...
Sombras que aterrorizam a essência do que poderia ser,
Mas morre antes de nascer.
Sombras que matam o Self-Verdadeiro que sofre para existir, sobreviver.
Ego que se despedaça e se reconstrói até enlouquecer,
Até perder suas rédeas para um Id pulsante, primitivo.
SuperEgo que vive a se culpar, por seu fracasso com o Ego.
Vida, que insiste em dar oportunidades,
Mesmo após a loucura instalada e somatizada.