quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
All we do
Tudo que fazemos é julgar
Tudo que fazemos é culpar
Tudo que fazemos é nos esconder
Tudo que fazemos é perseguir o diferente
Tudo que fazemos é invejar
Tudo que fazemos é morto
Estamos perdidos, num paraíso perfeito...
Na terra.
Tudo que fazemos é odiar
Tudo que fazemos é por ganância
Tudo que queremos é ser vistos,
Tudo que queremos é ser amado a todo custo,
Sem amar.
Tudo que queremos é ter vantagens,
Somos desiguais...
Não consigo encontrar o paraíso na terra,
Mas não quero voltar...
Voltar de onde vim...
De onde viemos?
Canto uma canção sem nome,
Sem som.
Choro sem sequer derrubar uma lágrima...
Grito mas não há ouvidos que ouçam...
Tudo que queremos é a eternidade...
Tudo que queremos é ser feliz,
E colocamos tudo em jogo,
Até a nossa própria vida em jogo.
Tudo que queremos é jogar sujo,
Tudo que queremos é matar,
Tudo que queremos é deixar quem amamos,
Tudo que queremos é conquistar o mundo,
Tudo que queremos é que as pessoas deixem de se perceber
Para nos perceber, invejar, querer, desejar....
Tudo que queremos é negar
O monstro que somos,
A beleza que há em nós,
O quanto queremos o que é do outro..
Tudo que queremos É SENTIR
Tudo que queremos É SENTIR
Tudo que queremos É TER FÉ
Tudo que queremos É MENTIR
Tudo que queremos É ESPERAR
Tudo que queremos É SER
HUMANO.
04/01/2017
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
A VERDADE É ANDAMOS CRESCENDO JUNTOS DISTRAIDAMENTE
A verdade é que
quando a gente olha para dentro,
acaba por cair num abismo de si mesmo, sem volta....
que é escuro mas também bonito, por ser iluminado.
que é escuro mas também bonito, por ser iluminado.
A verdade é
que quando nós falamos do outro,
sabemos de nós do que do outro.
sabemos de nós do que do outro.
A verdade é que
quando negamos,
é medo, e o medo é filho do desejo.
é medo, e o medo é filho do desejo.
A verdade é
que não existe cor no quadro negro,
mas insistimos em pintar e rabiscar nossa timeline da vida.
mas insistimos em pintar e rabiscar nossa timeline da vida.
A verdade é
que não há o concreto,
e acabamos caindo num frustrar no qual a evolução nos proibiu de sentir... tocar.
e acabamos caindo num frustrar no qual a evolução nos proibiu de sentir... tocar.
A verdade é
que não há verdade,
há tempo, a verdade pode se tornar mentira,
e a mentira tornar-se certa verdade.
há tempo, a verdade pode se tornar mentira,
e a mentira tornar-se certa verdade.
A verdade é
que andamos crescendo juntos distraidamente...
se é que é verdade que andamos crescendo...
se é que é verdade que andamos crescendo...
22/12/2016
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Se eu pudesse...
Meu coração está em chamas,
Queimo por inteiro sem poder escolher...
O tempo nos derrete em Dalí,
Cheio de narcisismo...
Esses sapatos novos apertam
Meus delicados pés, minha alma...
Há amor em nós, mas há também abismo...
Que impede, nos impede...
De amar, de nos tocar.
Será medo do proibido que nos liga?
Invoco Deuses e Demônios,
Clamo à luz, ardo nas trevas do amor...
Que transborda e não concede saída...
Grito!
Mas não há quem possa escutar...
Somos eu e você nessa imensidão de nós...
Nós não seremos infelizes...
Somos vulcões em erupção súbita...
Você não quer (pensa) em me machucar?
Mas veja quão profundo estamos,
Nossas palavras são trem bala que atinge nossos corações frágeis...
As palavras me invadem numa profundeza fantasmagórica
Nos nós importamos com tudo isso, não é?
Estou me despedaçando...
Não há tempo mais para voltar...
Se eu pudesse ao menos fazer um pedido...
Faria um acordo com Deus...
Venha, venha meu anjo...
Vamos nos tocar...
Trocar experiência...
Deixe-me roubar-te de si mesma,
Deste teu momento.
21/12/2016
Queimo por inteiro sem poder escolher...
O tempo nos derrete em Dalí,
Cheio de narcisismo...
Esses sapatos novos apertam
Meus delicados pés, minha alma...
Há amor em nós, mas há também abismo...
Que impede, nos impede...
De amar, de nos tocar.
Será medo do proibido que nos liga?
Invoco Deuses e Demônios,
Clamo à luz, ardo nas trevas do amor...
Que transborda e não concede saída...
Grito!
Mas não há quem possa escutar...
Somos eu e você nessa imensidão de nós...
Nós não seremos infelizes...
Somos vulcões em erupção súbita...
Você não quer (pensa) em me machucar?
Mas veja quão profundo estamos,
Nossas palavras são trem bala que atinge nossos corações frágeis...
As palavras me invadem numa profundeza fantasmagórica
Nos nós importamos com tudo isso, não é?
Estou me despedaçando...
Não há tempo mais para voltar...
Se eu pudesse ao menos fazer um pedido...
Faria um acordo com Deus...
Venha, venha meu anjo...
Vamos nos tocar...
Trocar experiência...
Deixe-me roubar-te de si mesma,
Deste teu momento.
21/12/2016
O perigo que há nas palavras
Há perigo nas palavras,
Eu morro a cada momento que deleito-me à escrita...
Que me desprende de mim,
Que faz com me observe de longe... distante.
Há perigo nas palavras,
Há escuridão,
Escondo-me atrás das entrelinhas.. deito-me sempre em algumas palavras.
Gosto do mistico de Dalí, da loucura de Van Gogh
21/12/2016
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Mesmice de gente
Canso-me da mesmice
Que comente à língua,
Que amaldiçoa,
Maldiz e induz.
Canso-me da mesmice
Aflorada dos olhos
Que invejam,
Cobiçam e mata
Através do desejo;
De possuir o que não é
De si mesmo,
Mas de outro,
Você.
Canso-me da mesmice
Da língua maldosa e
Dos olhos maldosos do
Outro ensaísta de ser desejado
Possuído pela mesma mesmice.
20/12/2016
Que comente à língua,
Que amaldiçoa,
Maldiz e induz.
Canso-me da mesmice
Aflorada dos olhos
Que invejam,
Cobiçam e mata
Através do desejo;
De possuir o que não é
De si mesmo,
Mas de outro,
Você.
Canso-me da mesmice
Da língua maldosa e
Dos olhos maldosos do
Outro ensaísta de ser desejado
Possuído pela mesma mesmice.
20/12/2016
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
ESCUTE SÓ... GOSTO
Ei, escute
só...
Gosto de
você,
Gosto
quando seus dedos tocam meu corpo singelo, magro...
Gosto de
observar seu rosto se fechar com expressão enciumada,
Controladora...
Gosto do
seu cheiro ao se aproximar
Gosto do
seu jeito avoado de ser,
Drogada de
si mesmo, do mundo...
GOSTO...
GOSTO
MUITO!
Devo lhe
dizer: Não sei nada sobre o amor...
Suspeito
que você também não...
Começo a
entender
Que o
compasso da vida está mudando a passos largos...
Dois pra
lá, dois pra cá...
Portanto
convido-te a rir e a chorar,
Embebedando-se
de mim, da vida, do mundo... de nós...
Como
embebedo-me de ti, de nós...
Ei escute
só, isso é sério!
Venha
dançar comigo...
Esta é uma
promessa para vida (que segue) toda ou enquanto durar o gozo
Dos nossos
corpos juntos, da minha alma quando lhe toca...
Por nossa
amizade que causa excitação
Em todo meu
corpo físico/espiritual...
GOSTO...
Gosto de
gozar a vida com você
Com nós...
19/12/2016
OS NÓS DE NÓS... DA NOSSA AMIZADE...
Há uma coisa sua que ficou em mim,
Começo a perceber que estou perdendo
Perdendo os meus fantasmas,
Perdendo os meus sintomas...
As minhas faltas...
Hoje estou atento,
Com medo...
Sem abrigo...
Você traz coisas diferentes, novas...
Forçando-me, (sem querer) ...
A abandonar as coisas que não me completam mais...
Qual a razão de tudo isso?
O que te move para perto de mim?
O que te move para longe de mim?
O desapego das coisas mornas e ingênuas
Causa dor e sofrimento,
Angústia que me devora todo,
Pelas entranhas...
Eu grito por socorro...
Quando sua pele encosta na minha,
Choro, eu choro de um sorrir sem fim...
Mas me desespero em seguida...
Estes momentos têm prazo, que finda no entardecer do dia...
Qual a razão de sonhar,
Quando o sonho que se sonha só...
É só um sonho?
Quero-te, mas não podes pertencer a ninguém...
Somente a ti mesmo...
E em que lugar fica os nós de nós?
Da nossa amizade...
19/12/2016
Começo a perceber que estou perdendo
Perdendo os meus fantasmas,
Perdendo os meus sintomas...
As minhas faltas...
Hoje estou atento,
Com medo...
Sem abrigo...
Você traz coisas diferentes, novas...
Forçando-me, (sem querer) ...
A abandonar as coisas que não me completam mais...
Qual a razão de tudo isso?
O que te move para perto de mim?
O que te move para longe de mim?
O desapego das coisas mornas e ingênuas
Causa dor e sofrimento,
Angústia que me devora todo,
Pelas entranhas...
Eu grito por socorro...
Quando sua pele encosta na minha,
Choro, eu choro de um sorrir sem fim...
Mas me desespero em seguida...
Estes momentos têm prazo, que finda no entardecer do dia...
Qual a razão de sonhar,
Quando o sonho que se sonha só...
É só um sonho?
Quero-te, mas não podes pertencer a ninguém...
Somente a ti mesmo...
E em que lugar fica os nós de nós?
Da nossa amizade...
19/12/2016
sábado, 17 de dezembro de 2016
O limitar do corpo
Não caibo no corpo
Enquanto estou sendo
E quando penso existir,
Muito a para se descobrir
Sobre o sujeito meu,
Que sou sem perceber.
Não caibo no corpo
Ao ser possuído pelo medo
Que transborda para presão
De mim mesmo, das faltas e sintomas
Que preenche o corpo limite.
Não caibo no corpo
Quando o sujeito que escreve
Está a ser para si mesmo.
Não caibo no corpo
Na busca de encontrar
E reconhecer o sujeito
Que se é.
O sujeito só cabe em corpo,
No entrelaçar da sua vida
Com o outro, que o confirma no real
Junto ao outro,
Não pelo outro.
17/12/2016
Enquanto estou sendo
E quando penso existir,
Muito a para se descobrir
Sobre o sujeito meu,
Que sou sem perceber.
Não caibo no corpo
Ao ser possuído pelo medo
Que transborda para presão
De mim mesmo, das faltas e sintomas
Que preenche o corpo limite.
Não caibo no corpo
Quando o sujeito que escreve
Está a ser para si mesmo.
Não caibo no corpo
Na busca de encontrar
E reconhecer o sujeito
Que se é.
O sujeito só cabe em corpo,
No entrelaçar da sua vida
Com o outro, que o confirma no real
Junto ao outro,
Não pelo outro.
17/12/2016
As faltas que sustentam-me
Há tempos,
que te quero, sem saber quem tu és.
Há tempos,
te busco, sem saber o que tu és,
Há tempos,
sinto algo por ti sem saber nomear este sentir.
Há tempos,
você está em mim, sem que eu possa ver, sentir, acariciar.
Há tempos,
torturo-me em outros corpos,
em outros abraços, em outros sorrisos...
Há momentos,
em que te vejo e sinto em rostos e corpos desconhecidos...
Há momentos,
que te encontro, sinto e vejo-te em mim,
mas nesse mesmo momento que gozo desse prazer,
desencontro, avesso meu ser e me perco, te perco.
Há tempos, que os momentos, nossos,
acariciam minha alma que te busca,
que te deseja.
17/12/2016
que te quero, sem saber quem tu és.
Há tempos,
te busco, sem saber o que tu és,
Há tempos,
sinto algo por ti sem saber nomear este sentir.
Há tempos,
você está em mim, sem que eu possa ver, sentir, acariciar.
Há tempos,
torturo-me em outros corpos,
em outros abraços, em outros sorrisos...
Há momentos,
em que te vejo e sinto em rostos e corpos desconhecidos...
Há momentos,
que te encontro, sinto e vejo-te em mim,
mas nesse mesmo momento que gozo desse prazer,
desencontro, avesso meu ser e me perco, te perco.
Há tempos, que os momentos, nossos,
acariciam minha alma que te busca,
que te deseja.
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
O teu amor: Dos poemas que você fez para mim
Moldurado para brilhar,
O seu amor trincou e abalou meus moldes.
Qual a razão do seu amor,
Das tuas vontades de transformar-me?
Eu era inabalável,
Teu amor rompe as minhas fronteiras,
Chega a enlouquecer.
O teu amor é gozo
Em tempos de tempestade,
É aconchego,
É um mistério que transforma,
Mesmo que não desejado.
Ah, o teu amor...
13/12/2016
O seu amor trincou e abalou meus moldes.
Qual a razão do seu amor,
Das tuas vontades de transformar-me?
Eu era inabalável,
Teu amor rompe as minhas fronteiras,
Chega a enlouquecer.
O teu amor é gozo
Em tempos de tempestade,
É aconchego,
É um mistério que transforma,
Mesmo que não desejado.
Ah, o teu amor...
13/12/2016
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